Dia desses um simpatico senhor veio me pedir informações, enquanto ele falava mau consegui disfarçar a atração que a sua cabeça me causava. Bem, na verdade, não era propriamente sua cabeça, mas sim seus cabelos… Eram estranhos, pretos e opacos demais, moviam-se em bloco enquanto ele falava alegremente e me veio a ideia de que se tratava de uma peruca e em seguida lembrei-me de algo que Mario Prata escreveu sobre sua vontade de arrancar perucas e imediatamente fui contaminada por esse desejo.
Passei todo o dialogo imaginando um meio de colocar minhas mãos naqueles cabelos e ver se era realmente uma peruca: fingir que havia um bicho pousado e dar um peteleco, dizer que tinha um cabelo branco e tentar arranca-lo, dizer que ele estava me ofendendo e iniciar uma luta corporal que teria como o auge puxões de cabelo, passar uma cantada no véinho dizendo que ele era muito sensual e seus cabelos sedosos (passando a mão nos cabelos é claro), perguntando “pô tio, teu cabelo é peruca” ou simplesmente arrancando sua peruca (ou um punhado de cabelos) e saindo correndo!
É claro que não fiz nada disso (infelizmente), mas sugeri que ele lêsse um livro, o que nem soou estranho já que estavamos numa biblioteca… ah, do Mario Prata é claro!
|
Tinha um problema… num lugar desses que não existe fisicamente, acho que era servidor ou provedor, seilá, só sei que tinha algo com “dor”.
Dolorido mesmo foi mais uma vez perder os comentários de meus escritos, eram deles que eu gostava a cima de tudo.
Perdi também os links e por conta da minha memoria fraca terei que sair procurando os amigos-blogueiros e terei que contar com a sorte para isso.
Tem muitas coisas que quero mudar por aqui, mas como a minha total incompetencia não me permite, ficarei a espera da caridade dele… só ele para me salvar, sempre, de tudo e de todos.
O importante mesmo é poder voltar a escrever… por mais que as vezes passe semanas sem uma palavra, eu sempre volto. Gosto de escrever, é escrevendo que me torno real.
|