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    “É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.” (Clarice Lispector)
 
O crime por GeSa em 28 de Novembro de 2006
Tempos atras baixou da internet uma apostila com crônicas de Rubem Alves, gostava de dizer que era uma de suas maiores preciosidades.
Numa noite chuvosa, aconchegou-se ao lado do marido e sob as cobertas quentinhas, acendeu a luminaria e começou a lê-las.
Rubem Alves é um daqueles escritores que tem o dom de fazê-la viajar, porém, quando a viagem começa logo é interrompida por um ruído: iiicckkk!
Tentou se concentrar, mas não adiantava, o som era seguido também de um leve tremor na cama. Evidente que não era um terremoto, tratava-se de um marido soluçante!
Depois de alguns instantes sob a tortura incessante, começou a imaginar um meio de acabar com ele: o soluço é claro!

5 comentários em “O crime”

  1. Gabriela escreveu:

    Haha, legal :)

  2. dhan escreveu:

    hahaha. Dizem que a maneira mais facil eh dar um susto: buuuu!

    Ai, nem me fale dessa caixa. kkkkkkkkk!

    Se tiver orkut, me passe seu e-mail, valeu??????

    abs, boa semana!

  3. mel escreveu:

    hehehehe!!!!
    O mais bizarro é que eu já ouvi falar de crise de soluços que durou 57 anos! medo! Imagina se a do marido durasse esse tempo todo! hhahahaa!

  4. Morcego escreveu:

    Oi GeSa
    Ufa… Ainda bem que os tremores não foram provocados pelos efeitos colaterais de uma singela feijoada! Eh…Eh…Eh…
    Um dia super show, com bons ventos e ótimos vôos.
    Um grande e fraterno abraço.

  5. Lucy In The Sky escreveu:

    Acabar com o marido seria demais, e com o Rubem Alves, uma afronta. hahahahaha
    Lembra daquelas séries do Para Gostar de Ler?

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